Turismo sombrio: um roteiro com os destinos mais mórbidos do mundo

Viajar pelo mundo visitando cemitérios, memoriais de guerra, locais de desastres naturais e antigas prisões pode parecer um pouco mórbido, mas esses lugares são atrações que marcaram momentos históricos importantes e prestam também homenagem aos mortos.

Na galeria a seguir, saiba porque esses destinos sombrios têm sido cada vez mais visitados.

Turismo sombrio: um roteiro com os destinos mais mórbidos do mundo

Pripyat, Ucrânia – Pripyat tornou-se uma cidade fantasma desde que foi abandonada um dia após o catastrófico desastre nuclear de Chernobyl, em 1986. Apesar das preocupações em torno dos níveis de radiação, várias empresas ucranianas oferecem visitas guiadas ao redor da área.

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Auschwitz, Polônia – Auschwitz ficou marcado como o local com maior número de assassinatos em massa da história da humanidade. Estima-se que 1,1 milhão de pessoas tenham morrido nesse campo de concentração nazista.  (Foto: Flickr/CC BY-NC-ND 2.0)

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Ossuário de Sedlec, República Tcheca – Localizado nos arredores da cidade de Kutna Hora, o Ossuário de Sedlec é uma pequena capela medieval com mais de 40 mil ossos humanos decorando o interior. (Foto: Flickr/CC BY 2.0)

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Museu do Genocídio Tuol Sleng, Camboja – Situado em Phnom Penh, capital do Camboja, Tuol Sleng era uma escola que foi usada como prisão, durante o regime do Khmer Rouge (Khmer Vermelho),  partido que governou o país nos anos 70. Estima-se que mais de 20 mil pessoas ficaram presas nesse lugar e apenas 12 sobreviveram.

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Plymouth, Ilha de Montserrat – Outrora próspera capital da ilha caribenha, Plymouth foi enterrada sob destroços e cinzas vulcânicas após a erupção do vulcão Soufrière Hills em 1997. O que sobrou da cidade tornou-se um destino para os curiosos mórbidos.  (Foto: Flickr/CC BY-NC-ND 2.0)

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Campo de batalha de Somme, França – Cheia de ondulações, essa terra que marca o contorno das trincheiras serve como um lembrete permanente de como a Primeira Guerra Mundial foi real para milhões de pessoas que estiveram envolvidas no conflito. (Foto: Flickr/CC BY-ND 2.0)

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Memorial do Genocídio Kigali, Ruanda – Local de descanso final para 250 mil vítimas do genocídio contra os Tutsis, o centro também homenageia mais de um milhão de pessoas mortas envolvidas no sangrento conflito de 1994. (Foto: Flickr/CC BY-SA 2.0)

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Aokigahara, Japão – Descrita como ‘Mar das Árvores’, a floresta Aokigahara, que fica na base do Monte Fuji, é também conhecida como o segundo destino com maior número de suicídios do mundo.  (Foto: Flickr/CC BY-SA 2.0)

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Memorial & Museu Nacional do 11 de Setembro, Estados Unidos – Esta instalação é um memorial e um museu criado em homenagem às 2.977 vítimas do atentado terrorista de 11 de setembro de 2001. Conta com duas piscinas de granito, que marcam respectivamente o local onde estavam cada uma das torres. No museu, existem artefatos, imagens e gravações relativas ao fatídico dia.

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Massacre de Glencoe, Escócia – Mesmo no verão, um ar levemente perturbador permeia esse marco das Terras Altas da Escócia. O fato é que em 13 de fevereiro de 1692, cerca de 38 homens do clã McDonald foram mortos pelas forças do governo no que mais tarde foi chamado de massacre de Glencoe. No inverno, este destino fica ainda mais sombrio. (Foto: Flickr/CC BY-NC 2.0)

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Yingxiu Township Memorial Sculpture, China – Em 12 de maio de 2008, um terremoto terrível atingiu Yingxiu Township. Ao todo, cerca de 90 mil pessoas na província de Sichuan perderam suas vidas. Um grande relógio de granito erguido em frente a uma escola destruída indica que 14h28 foi a hora em que os primeiros tremores aconteceram.

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Prisão Karosta, Letônia – Situada em Liepaja, na costa do Mar Báltico, Karosta foi usada como prisão militar nazista e soviética, onde a tortura e execução eram comuns. Desativada em 1994, a prisão agora é um museu e os visitantes podem passar uma noite na casa da guarda como se fossem ‘internos’.

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Oradour-sur-Glane, France – Um dos lembretes das atrocidades cometidas pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, esta vila é um memorial aos 642 habitantes que foram assassinados em 10 de junho de 1944 durante ataque. (Foto: Flickr/CC BY-NC 2.0)

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Pompeia, Itália – A antiga cidade romana foi enterrada com 4 a 6 metros de cinzas vulcânicas e pedras na erupção do Monte Vesúvio em 79 a.C. As ruínas desse destino, situado perto de Nápoles, são visitadas por turistas do mundo inteiro. (Foto: Flickr/CC BY-NC 2.0)

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Ilha das Bonecas, México – Dezenas de bonecas assustadoras podem ser vistas nas árvores desta ilha no sistema de canais Xochimico, ao sul da Cidade do México. Dizem que as bonecas, colocadas pelos habitantes locais são possuídas pelos espíritos benignos de várias meninas que se afogaram nas águas da área. (Foto: Flickr/CC BY 2.0)

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Panorama da Batalha de Stalingrado, Rússia – Quase dois milhões de combatentes foram mortos, feridos ou capturados durante a batalha apocalíptica de Stalingrado,  rebatizada depois de Volgogrado. A cidade homenageia o fatídico confronto na Segunda Guerra Mundial com este museu, que fica ao lado das sinistras ruínas de um antigo moinho, um dos poucos edifícios que sobreviveram ao ataque. (Foto: Flickr/CC BY-SA 2.0)

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Castelo Poenari, Romênia – Vlad, o Empalador foi o guerreiro bárbaro do século XV que inspirou o Drácula de Bram Stoker. Ele ordenou a reparação e o fortalecimento dessa remota cidadela, situada no alto do planalto do Monte Cetatea. (Foto: Flickr/CC BY-NC 2.0)

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Capela dos Ossos, Portugal – Este antigo local de culto macabro, situado na cidade de Évora, é ornamentado com esqueletos quebrados de cerca de 5 mil monges. Sinistro? Você achará mais esquisito depois de ler o aviso na entrada: ‘Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos’. (Foto: Flickr/CC BY-SA 2.0)

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Campo de concentração Dachau, Alemanha – Originalmente criado para manter prisioneiros políticos, Dachau foi o primeiro dos campos de concentração nazistas a abrir na Alemanha, em 1933. Onde fica? Nos arredores de Munique. (Foto: Flickr/CC BY-NC-ND 2.0)

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Belchite, Espanha – A Batalha de Belchite, em Aragão, ocorreu em agosto e setembro de 1937, durante a Guerra Civil Espanhola. A cidade foi completamente destruída, mas Francisco Franco ordenou que as ruínas fossem deixadas intactas.  (Foto: Flickr/CC BY-SA 2.0)

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Memorial da Paz de Hiroshima, Japão – Demore-se aqui depois que anoitecer, quando as multidões se dispersarem e a atmosfera sombria do horror daquele dia horrível de 6 de agosto de 1945 baixar.

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Echo Valley, Filipinas – Olhe para cima quando você chegar às trilhas da província montanhosa de Sagada. Dezenas de caixões estão suspensos no Vale do Echo. Alguns têm séculos de existência, enquanto outros são relativamente recentes. Esses lugares estão todos ocupados. (Foto: Wikimedia/CC BY-SA 3.0)

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Perm-36, Rússia – Escondido na floresta da Sibéria Ocidental está este antigo campo soviético de trabalhos forçados. Este é o único museu e memorial local em uma autêntica prisão gulag. (Foto: Wikimedia/CC BY-SA 3.0)

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Agdam, Azerbaijão – Durante guerra de 1993, na região disputada de Nagorno-Karabakh, a cidade de Agdam foi capturada pelas forças armênias e os habitantes foram obrigados a fugir. É ilegal entrar, mas viajantes destemidos encontraram maneiras de contornar as autoridades e vislumbrar este destino abandonado. (Foto: Wikimedia/CC BY-SA 4.0)

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Babi Yar, Ucrânia – Esse nome virou sinônimo dos horrores indescritíveis realizados pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Babi Yar, lugar perto da capital Kiev, foi palco de massacres das forças alemãs, do final de setembro de 1941 a fevereiro de 1942.

 

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