Vazão de água da transposição que chega à Paraíba é insuficiente, diz Aesa

Vazão de água que chega à Paraíba é insuficiente, diz Aesa — Foto: Artur Lira/G1

A vazão de água da transposição do Rio São Francisco que chega à Paraíba é insuficiente para atender a demanda hídrica do estado, segundo o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) da Paraíba, João Fernandes. O gestor afirmou na tarde desta quinta-feira (18) que o volume de água que chega a Monteiro, no Cariri, é de 250 litros por segundo e que a quantidade é baixa, já que a vazão no local já foi 6,8 mil litros por segundo.

G1 solicitou um posicionamento do Ministério da Integração Nacional sobre o assunto, mas, até as 16h15, não teve resposta.

De acordo com a Aesa, a atual vazão não garantiu que água chegasse ao Açude de Poções. O presidente da agência também esclareceu que não há a obrigação de aumentar a vazão, no momento, por causa das obras que foram feitas no local recentemente. Mas para que o sistema de distribuição seja bem testado, é necessário um grande volume de água.

Segundo João, o volume de água do Açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, é 112 milhões de metros cúbicos e garante o abastecimento de Campina Grande e outras 18 cidades por dois anos.

Na tarde desta quinta, ele participa de uma reunião com o Comitê Gestor de Integração do Rio São Francisco, na oportunidade ele pretende cobrar o aumento da vazão, em Monteiro, para até 4 mil litros cúbicos de água por segundo.

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