João Amoêdo deixa presidência do Partido Novo e Eduardo Ribeiro assume

João Amoêdo deixou nesta quinta-feira (5) a presidência e o Diretório Nacional do Partido Novo. Ele foi substituído por Eduardo Ribeiro, eleito por unanimidade pelos membros da sigla. A troca de comando foi divulgada nesta quinta pela legenda.

Em nota (leia a íntegra mais abaixo), o Novo afirma que Amoêdo permanecerá na Fundação Brasil Novo, como membro do Conselho Curador e como filiado.

“O NOVO agradece todo o inestimável esforço de João Amoêdo, que se dedicou por quase uma década para a construção do partido. O NOVO segue com o objetivo de se consolidar como uma instituição inovadora e diferenciada na política brasileira, crescendo com coerência, qualidade, sem atalhos, de forma sustentável, sem dinheiro do pagador de impostos e fiel aos seus princípios e valores”, diz a nota.

Segundo o partido, Eduardo Ribeiro integra o Diretório Nacional e ocupava o cargo de diretor executivo da Fundação Brasil Novo. Ele também já presidiu o Diretório Estadual de Santa Catarina.

Ainda de acordo com nota divulgada pela sigla, Ribeiro é catarinense, empresário, formado em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e tem toda a sua atuação profissional voltada ao setor de saúde.

Ao deixar a presidência do partido, Amoêdo escreveu uma carta (leia mais abaixo) dizendo acreditar que “toda instituição, baseada em valores e ideias, como é o NOVO, precisa de renovação nos seus comandos, para seguir amadurecendo e crescendo”.

Na carta, Amoêdo relembra a trajetória de cerca de dez anos, desde a criação do Novo como uma plataforma política, passando pela oficialização da sigla como um partido político (há pouco mais de quatro anos), até os dias atuais.

“O trabalho, desde o início, se mostrou desafiador: a descrença da população com a política; a burocracia para a montagem de um partido; a associação e dependência de parte da nossa elite com status-quo e a falta de bons modelos foram alguns dos obstáculos enfrentados”, diz Amoêdo.

O agora ex-presidente afirma ainda que o Novo ainda é uma instituição jovem, “mas que já apresenta resultados relevantes e serve como exemplo de boas práticas na política”.

“Entretanto, somos e seremos continuamente testados e inúmeras vezes pressionados para utilizar atalhos e adotar procedimentos usuais da velha política”, afirma.

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