Gaza condena bombardeio em hospital que matou mais de 500 pessoas; Israel afirma não ter culpa
O centro médico bombardeado fica ao norte do enclave palestino, onde Israel ordenou a evacuação de 1 milhão de pessoas, e era refúgio de famílias deslocadas
Um bombardeio realizado em um hospital em Gaza matou mais de 500 pessoas e deixou outra centena de feridos, nesta terça-feira (17/10). O Hospital Batista Al-Ahli Arabi foi o alvo das ações “genocidas”, segundo caracterizou o Hamas. O grupo responsabilizou Israel pelo ataque.
Por sua vez, Israel atribuiu a culpa do ataque à Jihad Islâmica, grupo que também disputa com o país o território da região. No antigo Twitter, as Forças de Defesa do país falaram sobre o incidente.
“A partir da análise dos sistemas operacionais das FDI [Forças de Defesa de Israel], foi realizada uma barragem de foguetes inimigos em direção a Israel, que passava pelas proximidades do hospital quando foi atingido. De acordo com informações de inteligência, de diversas fontes de que dispomos, a organização terrorista Jihad Islâmica Palestina (JIP) é responsável pelo lançamento fracassado que atingiu o hospital”, disse.
Breaking: IDF Spokesperson
From the analysis of the operational systems of the IDF, an enemy rocket barrage was carried out towards Israel, which passed through the vicinity of the hospital when it was hit.
According to intelligence information, from several sources we have,…
— Israel ישראל 🇮🇱 (@Israel) October 17, 2023
Foto: redes sociais
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