Mendonça acata pedido de Crivelatti e militar não é mais obrigado a comparecer na CPMI do 8 de janeiro
O militar atuou como assessor da Presidência da República e atualmente é integrante da equipe do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
O ex-assessor da Presidência da República e atual integrante da equipe de Jair Bolsonaro (PL), Osmar Crivelatti não será obrigado a ir à sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro para prestar depoimento, já que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, acatou a um pedido de recurso da defesa de Crivelatti. A informação foi divulgada, nesta segunda-feira (18), pela CNN.
A oitiva estava prevista para ser realizada às 9h desta terça-feira (19). A presença de Crivelatti era considerada necessária pela relatora Eliziane Gama (PSD), porque o militar foi coordenador administrativo da Ajudância de Ordens da Presidência da República e era subordinado ao tenente-coronel Mauro Cid.
A oitiva foi requerida para que ele explicasse fatos preparatórios ligados aos atos do dia 8 de janeiro. “A oitiva do senhor Osmar Crivellatti, segundo-tenente do Exército que trabalhou junto com Mauro Cid na Ajudância de Ordens da Presidência da República, nos parece fundamental para a investigação dos fatos desta comissão de inquérito”, justificou Eliziane.
Foto: Exército Brasileiro/Divulgação
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