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Funcionários de empresa de telefonia são agredidos em comunidade do Rio, e polícia investiga traficantes por suspeita de extorsão

A Polícia Civil do Rio de Janeiro está investigando a atuação de traficantes de diferentes comunidades contra funcionários de empresas de telefonia e internet. Segundo os policiais, os criminosos estariam cobrando o pagamento de “taxas de segurança” para a instalação de serviços em áreas dominadas.

Na última terça-feira (14), funcionários de uma empresa de telefonia foram agredidos e roubados no Morro do Urubu, em Pilares, na Zona Norte do Rio. Segundo as investigações, os traficantes exigiam o pagamento da “taxa de segurança” para a instalação do serviço prestado pela empresa.

A prática ilegal não é exclusividade dos traficantes do Morro do Urubu. Diversas áreas dominadas pela mesma facção criminosa, como o Complexo do Alemão, por exemplo, estão adotando essa modalidade, que não é nova, mas ganhou força durante a pandemia, segundo fontes da Polícia Civil.

Chefe de facção seria o responsável pelos crimes
Segundo agentes da Polícia Civil, Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha, é responsável por ‘autorizar’ os traficantes de sua facção a realizarem as cobranças e agressões contra funcionários que vão até os locais instalar os cabos de internet.

Em 2021, Abelha ficou conhecido depois que deixou a cadeia pela porta da frente, depois de apertar a mão do então secretário de segurança Raphael Montenegro. O chefe da Seap na época foi afastado do cargo e preso pela Polícia Federal por suspeita de acordo com facção criminosa.

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