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Haddad diz que mantém diálogo com Banco Central para ajustar contas públicas

O corte de gastos é necessário para que o Brasil não enfrente problemas com juros altos, segundo presidente do BC

O nível de atividade econômica do Brasil tem preocupado o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). Em diálogo com o Banco Central, os esforços da pasta são para que os juros não interfiram no crescimento do país, focando na conciliação da política fiscal com a monetária.

Com cautela, Haddad direciona a atenção para no terceiro trimestre a perseguição da meta da inflação não se sobreponha à atividade econômica.

O equilíbrio das contas públicas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é motivo de preocupação para o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Ele ressalta que o corte de gastos pode ser um problema, mas sem um bom plano para convergir a dívida pública a um nível mais razoável o país enfrentará problemas com juros altos.

Haddad prevê um crescimento de 3% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. O ministro se diz confortável com as revisões por parte do mercado que projetam inflação baixa.

Foto: Divulgação/Diogo Zacarias
Por: Metro1

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