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Lula sanciona lei que proíbe vínculo empregatício entre igrejas e religiosos

Os autores argumentaram que o objetivo do projeto é dar segurança jurídica às instituições e evitar o acúmulo de ações trabalhistas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), proibindo a existência de vínculo empregatício entre instituições religiosas e seus membros.

A lei impossibilita a relação mesmo que o membro, seja ele pastor, ministro ou padre, exerça atividades ligadas à administração da instituição ou esteja em formação. A Lei 14.647/23 foi sancionada sem vetos pelo presidente e publicada na última segunda-feira (7) no Diário Oficial da União.

Segundo os autores, o objetivo do projeto é dar segurança jurídica às instituições e evitar o acúmulo de ações trabalhistas. Eles alegam ainda que fazer parte de uma instituição religiosa deve ser uma espécie de chamado espiritual e não apenas o desejo de ser remunerado por um serviço.

O texto tem origem no Projeto de Lei 1096/19, aprovado na Câmara dos Deputados no ano passado e no Senado no último mês de julho. Ele é de autoria do deputado federal Vinicius Carvalho (Republicanos-SP) e do ex-deputado paulista Roberto Alves.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Metro1

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