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Preparador físico explica metodologia de trabalho no Vitória

Eliminado de três competições no primeiro semestre da temporada 2023, o elenco do Vitória vem trabalhando intensamente a questão física, tão questionada pela torcida rubro-negra.

Preparador físico da equipe, Diego Kami Mura admite que o Vitória tem um problema de rendimento nos jogos. Segundo ele, o grupo não teve tempo para uma pausa, já que os jogos vieram em sequência e sem a possibilidade de um trabalho mais específico.

“A gente vinha de muitos jogos. Tanto que a gente fez de oito a nove jogos sem nenhuma semana aberta. A gente recuperou, preparou para o jogo, jogou, recuperou, preparou para o jogo, jogou. A gente não teve tempo de fazer nenhum processo de aquisição em relação a condicionamento físico. A partir da semana passada, que a gente teve a semana aberta, aí a gente procurou direcionar os trabalhos para trabalhos de força, de potência, para a gente começar bem essa Série B”, explicou em entrevista coletiva nesta terça-feira, 21.

Preparador físico da equipe, Diego Kami Mura admite que o Vitória tem um problema de rendimento nos jogos. Segundo ele, o grupo não teve tempo para uma pausa, já que os jogos vieram em sequência e sem a possibilidade de um trabalho mais específico.

“A gente vinha de muitos jogos. Tanto que a gente fez de oito a nove jogos sem nenhuma semana aberta. A gente recuperou, preparou para o jogo, jogou, recuperou, preparou para o jogo, jogou. A gente não teve tempo de fazer nenhum processo de aquisição em relação a condicionamento físico. A partir da semana passada, que a gente teve a semana aberta, aí a gente procurou direcionar os trabalhos para trabalhos de força, de potência, para a gente começar bem essa Série B”, explicou em entrevista coletiva nesta terça-feira, 21.

O preparador físico rubro-negro revelou como é o trabalho feito conjuntamente com o tácnico Léo Condé, que é dividido em três etapas.

“Nesse primeiro momento, a gente tem explorado o máximo de todas as valências físicas de todos os atletas. No segundo momento entra muito a característica de cada atleta. No terceiro momento entra a parte técnica/tática do Léo [Condé] de utilizar os atletas da melhor forma do que ele pensa no jogo”, detalhou.

Outro questionamento feito a Kami Mura foi a queda de rendimento físico, especialmente na etapa final dos jogos.

“Entram muitos fatores. É difícil até explicar. Sei que torcedor tem essa ânsia que o time toma gol no segundo tempo, toma gol no final, ficou até culturalmente marcado que se perde é porque não correu. Mas se analisar os dados, o time que perde geralmente é o time que mais correu. Muitas vezes a gente tem uma ilusão de ótica porque precisa olhar os dados de maneira mais fria”, respondeu.

O próximo jogo do Leão da Barra é contra o Campinense, marcado para esta quarta-feira, 22, no estádio Amigão, em Campina Grande-PB, pela última rodada da primeira fase da Copa do Nordeste. A equipe treina focado na estreia da Série B, que será no dia 14 ou 15 de abril, no Barradão, contra a Ponte Preta.

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Foto: Victor Ferreira /EC Vitória
A Tarde

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