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Presidente do Irã declara que cúpula na Arábia Saudita é para “salvar os palestinos”

Depois do Estado judeu, a Arábia Saudita é um dos maiores aliados dos Estados Unidos na região

A Arábia Saudita e outros países muçulmanos pediram um fim imediato às operações militares israelenses em Gaza, argumentando que Tel Aviv cometeu crimes contra os palestinos. Durante o encontro, o presidente do Irã disse que os participantes da Cúpula Extraordinária Conjunta Árabe-Islâmica se reuniram neste sábado (11) em nome do mundo islâmico para “salvar os palestinos”.

“Nos reunimos aqui hoje para discutir o foco do mundo islâmico, que é a causa palestina, onde testemunhamos os piores crimes da história. Hoje é um dia histórico na heroica defesa e apoio à Mesquita de Al-Aqsa,” afirmou Raisi em Riad, capital da Arábia Saudita, onde o encontro foi realizado.

A presença de Raisi na cúpula é significativa, já que é a primeira vez que um líder iraniano visita à Arábia Saudita em mais de uma década. O país também tem laços estreitos com o Hamas e o grupo radical libanês Hezbollah, que também está em conflito com Israel.

O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, que governa o país do Golfo, disse que essa é uma catástrofe humanitária que prova o fracasso do Conselho de Segurança e da comunidade internacional em colocar fim às violações israelenses às leis internacionais.

Participaram da reunião neste sábado (11) nomes como o presidente iraniano Ebrahim Raisi; o presidente turco Recep Tayyip Erdogan; o emir do Qatar, Tamim bin Hamad al-Thani; e o ditador sírio Bashar al-Assad.

Foto: Reprodução/Redes sociais
Por: Metro1

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